Muitos pais se assustam ao perceber que o filho começou a explorar o próprio corpo. A masturbação, quando ocorre de forma ocasional, faz parte do desenvolvimento e não deve ser tratada como algo errado ou proibido.
O diálogo aberto e o estabelecimento de limites são mais eficazes do que o silêncio ou a repressão. Ignorar o tema pode gerar culpa, medo ou desinformação.
É importante buscar ajuda profissional quando surgem sinais como dor, alterações na genitália, secreções, dificuldade para urinar ou mudanças comportamentais importantes.
O urologista tem papel fundamental nesse processo, oferecendo orientação técnica, acolhimento e prevenção, tanto para o adolescente quanto para os pais.
Acesse o site: https://drbreinerferro.com.br

