Cuidar da aparência é um gesto de autoestima.
Mas quando o medo de envelhecer assume o controle, o cuidado pode se transformar em distorção.
A sociedade atual trata o tempo como falha e as marcas naturais como defeitos.
Essa lógica empurra muitas pessoas para uma busca incessante por juventude, sem perceber que, nesse processo, a própria identidade pode se perder.
A estética responsável propõe outro caminho.
Não apagar histórias, não eliminar expressões, não criar rostos artificiais.
Escolher o procedimento certo significa respeitar limites, anatomia e verdade pessoal.
É suavizar sem descaracterizar e valorizar sem exagerar.
A maturidade também tem beleza.
E a melhor estética é aquela que sabe reconhecê-la.
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