O câncer de mama merece atenção mesmo quando não existem sintomas.
Essa é uma das principais mensagens do Outubro Rosa, campanha que busca ampliar a conscientização sobre prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento da saúde das mamas.
O risco da doença aumenta com a idade, principalmente depois dos 50 anos, mas outros fatores também podem contribuir, entre eles histórico familiar, predisposição genética, sedentarismo, excesso de peso após a menopausa, consumo frequente de álcool e determinadas condições hormonais.
Além do conhecido caroço na mama, outros sinais precisam ser observados:
• nódulo ou aumento de volume na axila;
• alteração no formato ou tamanho da mama;
• retração ou mudança na textura da pele;
• aparência de casca de laranja;
• alterações no mamilo;
• secreção espontânea, principalmente sanguinolenta.
Nem sempre essas alterações representam câncer, mas qualquer mudança persistente deve ser investigada.
Também é importante não utilizar a presença de dor como referência. Alguns tumores mamários podem não causar dor nas fases iniciais.
A mamografia é capaz de identificar alterações que ainda não são percebidas pelo toque e faz parte das estratégias de rastreamento da doença. A frequência e o momento de realização devem considerar as recomendações vigentes e a avaliação individual de cada paciente.
Conhecer as próprias mamas, manter acompanhamento de saúde e realizar os exames indicados são atitudes importantes não apenas durante o Outubro Rosa, mas durante todo o ano.





