
Aos 18 anos, conglomerado fundado por Wellington Marques chega a 2026 com mais de 500 profissionais, 80 mil fornecedores conectados por IA e contratos com gigantes da indústria nacional.
Catalão (GO) • Maio de 2026
Há empresas que sobrevivem. Há empresas que constroem impérios. O Grupo Captura escolheu o segundo caminho — e fez isso a partir de Catalão, no interior de Goiás, longe dos grandes centros financeiros, mas com uma visão que poucos ousaram ter.
Aos 18 anos de trajetória, o grupo fundado por Wellington Marques firma contratos com a Petrobras, atende as maiores mineradoras do país, opera com mais de 500 profissionais especializados e conecta cerca de 80 mil fornecedores em uma plataforma própria de inteligência artificial. Não é sorte. É estratégia executada com precisão, ano após ano.
Um grupo, quatro empresas, um propósito
O Grupo Captura não nasceu para ser uma empresa. Nasceu para ser um ecossistema. São quatro frentes que se completam e atendem os setores mais exigentes da indústria brasileira: petróleo e gás, mineração, energia e tecnologia.
Captura RH entrega o que nenhuma operação industrial pode ignorar: gente certa, na hora certa, com segurança jurídica total. Captura ICS coloca equipes dentro das operações dos clientes — outsourcing, facilities e serviços de campo onde o erro não é opção.
CapturaMe é onde o grupo mostra que também pensa à frente: plataforma de compras B2B com IA nativa, 80 mil fornecedores enterprise validados, leilões reversos preditivos e análise automática de contratos. Economias comprovadas de 12% a 18% no modelo success fee — o cliente paga apenas sobre o que economiza. Nasceu em parceria com a Transpetro. Por fim, a CatchPay (AntecipaMe) fecha o ciclo como fintech do grupo: antecipação de recebíveis para fornecedores, fortalecendo o caixa de quem move a cadeia produtiva.
A liderança que foi ao campo — e voltou com contratos
Wellington Marques poderia ter ficado atrás de uma mesa. Escolheu não ficar. O CEO do Grupo Captura é conhecido por aparecer onde a operação acontece de verdade — de macacão, entendendo cada detalhe do negócio que lidera. Para ele, liderança não se exerce apenas em reuniões. Exerce-se em campo.
“O Grupo Captura nasceu do desejo de criar algo maior: uma plataforma que conecta talento humano, excelência operacional e inovação tecnológica para transformar os setores mais importantes da economia brasileira.”
Foi com essa mentalidade que o grupo abriu portas que empresas muito maiores não conseguiram. Qualificar-se como fornecedor da Petrobras exige passar por processos de auditoria, compliance e capacidade técnica que eliminam a maioria dos pretendentes. O Grupo Captura passou. E ficou.
E o que Catalão tem a ver com tudo isso? Tudo.
É daqui que saiu a visão. É daqui que saiu a disposição para competir em mercados que não perdoam improviso. E é para cá que o sucesso do grupo continua voltando — em empregos, em parcerias e no orgulho de uma cidade que sempre soube que tinha mais potencial do que o Brasil enxergava.
O Grupo Captura não é uma empresa de Catalão que cresceu. É uma empresa que provou, na prática, o que o empreendedorismo catalano é capaz de fazer quando junta visão, método e coragem para ir longe.
Foco no presente. Visão no futuro.
GRUPO CAPTURA EM NÚMEROS
18 anos de trajetória • 4 empresas (Captura RH, Captura ICS, CapturaMe, CatchPay)
+500 profissionais • 80 mil fornecedores enterprise validados
Clientes: Petrobras, Transpetro e maiores mineradoras do Brasil • Sede: Catalão (GO)
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