Ele nasce da falta de informação confiável.
Entre os principais mitos estão a ideia de que o resultado não fica natural, que o umbigo sempre denuncia o procedimento ou que a cicatriz será inevitavelmente grande e visível. Na prática clínica, isso não se sustenta quando há técnica correta e indicação precisa.
A cirurgia evoluiu. As abordagens atuais priorizam proporção corporal, posicionamento estratégico da cicatriz e reconstrução anatômica do umbigo. O pós-operatório, embora exija disciplina, tornou-se mais previsível com protocolos modernos de analgesia e acompanhamento.
Outro ponto frequentemente distorcido é a relação entre abdominoplastia e gravidez. É possível engravidar após a cirurgia, mas o ideal é que o procedimento seja feito quando não há planos de nova gestação, garantindo maior durabilidade dos resultados.
A abdominoplastia não é sobre padrões irreais. É sobre devolver firmeza, contorno e segurança ao próprio corpo.
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